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Artigos

Muitos pacientes ficam em dúvida sobre o que fazer durante as férias em relação ao controle do peso, pois este é um período em que a maioria das pessoas relaxa e aproveita para comer e beber à vontade.Durante as férias, normalmente saímos da nossa rotina, por isso estabelecer metas mais razoáveis parece ser a melhor saída.Procure manter o peso em vez de perdê-lo! Volte a concentrar-se no emagrecimento no retorno.Importante entender que não comemos apenas por fome. O ato de comer envolve aspectos sociais, emocionais e culturais. Por isso, é importante socializar e experimentar novos alimentos quando estamos viajando e conhecendo outra cultura. Dessa forma, podemos fazê-lo em porções pequenas e as dividindo com o cônjuge ou amigo.Além disso, é possível levar na viagem lanches pouco calóricos para evitar os beliscos indesejáveis ao longo do dia.Por fim, o aumento do gasto calórico com atividades prazerosas durante as férias ajuda na queima das calorias extras que normalmente ingerimos quando estamos fora da nossa rotina.Antes de viajar, planeje suas metas de alimentação e de atividade física. Planejar facilita o cumprimento dos seus objetivos.E lembre-se de que a cada viagem vamos aperfeiçoando as estratégias para controle do peso. Entenda que o controle do peso é uma habilidade que requer tempo e experiência, além de muita prática para desenvolver novos comportamentos e capacidades.Aprenda com as suas experiências. Avalie o que o ajudou e o…
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Terça, 26 Março 2019 14:46

Vacinação no paciente com diabetes

Uma das formas mais efetivas de se reduzir o risco de infecções é através da imunização.Pacientes com diabetes podem apresentar alterações no sistema imunológico com maior risco de complicações, hospitalizações e mortalidade após uma infecção por influenza (gripe) e pneumococo. A influenza é uma infecção viral aguda de elevada transmissibilidade.Por isso, recomenda-se que pacientes com diabetes sejam vacinados contra o vírus influenza uma vez por ano durante o outono.Importante ressaltar que a vacina contém cepas inativadas, fragmentadas e purificadas do vírus Myxovirus influenzae, sendo portanto bastante segura, não conferindo risco de causar gripe ou outras doenças respiratórias.Outra vacina fortemente recomendada é contra o pneumococo (Streptococcus pneumoniae), uma bactéria causadora de doenças como pneumonia, meningite, otite e septicemia (infecção generalizada). A vacina contém polissacarídeos capsulares bacterianos purificados, não contendo nenhum componente viável.Pacientes com diabetes são mais suscetíveis a infecções pneumocócicas e estão em risco aumentado de complicações com esta infecção, especialmente aqueles com mais de 65 anos, com doença cardiovascular, pulmonar e renal crônica.Por isso, todos os pacientes devem receber uma dose única da vacina conjugada pneumocócica 13-valente. Para aqueles com mais de 65 anos que receberam uma dose antes dessa idade devem receber um reforço.A vacina pneumocócica pode ser administrada com outras vacinas (por meio de uma injeção separada em outro sítio anatômico) sem aumento dos efeitos colaterais ou diminuição da eficácia.Ambas as vacinas estão disponíveis gratuitamente para pacientes com…
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Um experimento bastante interessante conseguiu reproduzir o que intuitivamente sabemos quando fazemos compra no mercado com fome.Estudo conduzido na universidade de Johns Hopkins, Baltimore / EUA, avaliou a capacidade de concentração dos participantes para a execução de tarefas relativamente simples conforme a figura abaixo.Os participantes foram instruídos a descrever, tão rapidamente quanto possível, os símbolos (letras e números) em ordem em que apareciam enquanto imagens de comida e de objetos inanimados eram simultaneamente mostradas.Imagens contendo alimentos ricos em gordura e açúcar, como sorvetes, bolos, cachorros-quentes, distraíram a atenção, interferindo no desempenho da tarefa mais frequentemente do que imagens de frutas, saladas ou objetos não relacionados à comida.Ainda, os investigadores repetiram o mesmo experimento após os participantes terem recebido um lanche rico em açúcar e gordura: uma barrinha de doce.O interesse pelas imagens de alimentos altamente calóricos reduziu e o desempenho dos participantes melhorou significativamente após este pequeno lanche.Este estudo demonstra como a nossa atenção pode ser plenamente distraída por estímulos externos, como alimentos densamente energéticos e palatáveis (ricos em açúcares e gorduras), sobretudo quando estamos com fome, e que esta distração ocorre de forma não intencional.Por isso, fazer um lanche antes de ir ao mercado, por exemplo, reduz o risco de você comprar um chocolate quando na verdade o objetivo era um brócolis para a janta.Fazer escolhas mais saudáveis pode ser muito difícil quando a barriga está roncando!Referência The capture…
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Estima-se que apenas 20% dos indivíduos com obesidade conseguem manter uma perda de peso superior a 10% do peso inicial por pelo menos 1 ano.Mesmo parecendo pouco, uma perda superior a 5 a 10% do peso inicial, desde que mantida, é considerada suficiente para melhorar diversos parâmetros metabólicos.Embora não exista um consenso sobre a melhor definição do que seria considerada uma perda de peso efetiva ou suficiente, algumas definições têm sido usadas para a fase de manutenção:Alguns fatores têm sido associados a maior chance de manutenção do peso no médio e longo prazos.O The National Weight Control Registry (Registro Nacional de Controle do Peso Americano) consiste no maior banco de dados de pacientes que perderam peso e o mantiveram no longo prazo. O objetivo é tentar identificar nestes indivíduos os fatores associados a maior chance de manutenção do peso, fornecendo informações sobre as estratégias usadas para alcançar e manter a perda no longo prazo.Estes participantes perderam em média 33 kg com manutenção desta perda por pelo menos 5 anos e relataram mais frequentemente: 1. Autopesagem regular (1 ou 2 vezes por semana); 2. Maior nível de exercício físico (aproximadamente 1 hora/dia); 3. Manutenção de uma dieta hipocalórica, com manutenção do padrão alimentar relativamente semelhante entre a semana e nos finais de semana; 4. Ingestão regular de café da manhã e 5. Tempo em frente à TV inferior a 10 horas…
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Segunda, 23 Abril 2018 14:44

Quantos anos a menos de vida você tem?

Conforme as estatísticas mais recentes, nos últimos 15 anos, houve um aumento de 48% na prevalência de obesidade entre os americanos, sendo estimada em 5 a 15% a mortalidade anual em decorrência dessa doença. No Brasil, o número de pessoas acima do peso aumentou em 26% nos últimos 10 anos, acometendo atualmente 52,5% da população.Estipula-se que o aumento da expectativa de vida ao longo dos últimos 20 anos possa chegar ao fim pelo crescente aumento na prevalência mundial da obesidade.Para tentar avaliar o efeito do excesso de peso individualmente sobre o risco de morrer, pesquisadores americanos desenvolveram uma calculadora de risco baseado nos anos de vida esperados para uma pessoa com o peso adequado menos os anos de vida esperados pelo excesso de peso, ou seja, a redução da expectativa de vida atribuível à obesidade.Para o diagnóstico de sobrepeso e obesidade com seus diferentes graus, o índice de massa corporal (IMC) foi calculado. Os anos de vida perdidos devido ao excesso de peso foram calculados para diferentes idades e separadas pelo sexo (homens x mulheres) e ajustados entre tabagistas ou não.Para indivíduos com IMC superior a 30 kg/m² (obesidade), existe uma redução estimada de vida de 2 anos em decorrência do excesso de peso. Já para aqueles com obesidade moderada, ou seja, IMC superior a 35 kg/m², e grave, IMC superior a 40 kg/m², a redução estimada é de 4…
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